Geral - 28/06/2019 - 08:03:19
Magistrados representam TJAL em Fórum Nacional de Corregedorias
Ministro Humberto Martins, corregedor nacional de Justiça, reforça importância de se aperfeiçoar gestão dos Tribunais brasileiros

Magistrados do Tribunal de Justiça de Alagoas no Fórum Nacional de Corregedorias, em Brasília (DF) Magistrados do Tribunal de Justiça de Alagoas no Fórum Nacional de Corregedorias, em Brasília (DF)

O presidente Tutmés Airan de Albuquerque, o corregedor Fernando Tourinho e os juízes Lorena Sotto Mayor, Alexandre Lenine e Manoel Cavalcante representaram o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) no Fórum Nacional das Corregedorias (Fonacor), promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília (DF). Os desembargadores Pedro Augusto e Otávio Praxedes, presidente e corregedor do TRE/AL, também participaram do evento. 

O evento foi aberto quarta-feira e  reuniu corregedores de todo o Brasil e discutiu diversos temas, dentre os quais aqueles relacionados à gestão dos Tribunais de Justiça.  Nessa quinta-feira, o corregedor nacional da Justiça, ministro Humberto Martins, enfatizou a importância de se aperfeiçoar a gestão dos Tribunais, imprimindo maior eficiência.

“Conseguir fazer mais com menos”, avisou. O ministro afirmou ainda que a função das Corregedorias judiciais é muito mais ampla do que a de um órgão sancionador, aplicador de penalidades. Essa atividade, reforçou, não esgota a atuação das corregedorias como orientadoras às unidades judiciárias para prevenir falhas.

“É importante buscar sempre a melhoria e a modernização das atividades administrativas e jurisdicionais”, destacou Humberto Martins, relembrando que, atualmente, no Judiciário brasileiro, há um volume de 80 milhões de processos judiciais e uma força de trabalho composta de 18 mil magistrados e cerca de 450 mil pessoas, entre servidores, estagiários, terceirizados e voluntários.

O ministro ressaltou também que os órgãos correcionais são capazes de traçar um retrato da situação dos processos em trâmite no país, examinar quais unidades judiciárias estão sobrecarregadas, identificar as causas dos gargalos e, assim, encontrar soluções que permitam ao Judiciário resolver de forma rápida, eficiente e justa as demandas que lhe são postas.

“Na medida em que as corregedorias identificam os problemas e propõe as soluções, estão contribuindo para a gestão do Poder Judiciário. Por essa razão, acredito que este Fórum é o local adequado para pensarmos as mudanças que a Justiça brasileira necessita e que a sociedade deseja”, concluiu.

Maikel Marques com informações do CNJ
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